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domingo, 16 de dezembro de 2012

Vidro ou não ?

Em Janeiro de 2013 vou ter oportunidade de fazer uma pequena exposição que anunciarei aqui oportunamente.
Já tenho as impressões feitas faltando-me agora as molduras e os passe-part-tout. (Não sei bem se passe-part-tout se escreve assim na medida em que a palavra já estará nacionalizada, mas adiante.)

As molduras vou comprá-las onde são baratas e os passes vão ser feitos em Setúbal num fornecedor/loja conhecido na cidade.

Há algum tempo quando iniciei o tema, coloquei a questão de utilizar um vidro para proteger a imagem e olhei então para as opções.
    A primeira é usar um vidro normal que produz muitos reflexos e cuja escolha foi imediatamente rejeitada.
    A segunda é usar um vidro anti-reflexo que retira qualidade à imagem cortando-lhe o brilho, o recorte etc.
   A terceira e última utiliza um vidro designado por "museu" que corta os reflexos e mantém as qualidades da imagem mas com um defeito muito grande: é insuportavelmente dispendioso.

Face ao problema resolvi a coisa de forma prosaica: não leva vidro.
Dir-me-ão que a solução escolhida vai permitir que as moscas deixem a sua assinatura sobre as áreas expostas. De facto, assim vai ser. Mas devemos também deixar que os insectos expressem livremente a sua opinião.

Foi esta a forma que achei para contornar o assunto.



4 comentários:

  1. É o que se chama uma solução excelente como dizem os ingleses "make it simple". Havia até uma editora com este nome (1974). Não sei se ainda existe?J.Barbas

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